8013 – Baralho Pró-Fono de Pares Mínimos - Pró-Fono



















8013 – Baralho Pró-Fono de Pares Mínimos | Cód: 8013


Contém 30 pares de cartas de pares mínimos (7 x 11cm – total de 60 cartas). Organização: Pró-Fono. Texto Técnico de Dra. Fabiola Staróbole Juste. Ilustrações de Max Laube. Lançamento: 2015.

por R$60,00



Título: Baralho Pró-Fono: nomeação de pares mínimos opostos pelo traço de sonoridade.
Organização: Pró-Fono Produtos Especializados para Fonoaudiologia Ltda.
Texto Técnico: Dra. Fabiola Staróbole Juste.

Ilustrações: Max Laube.

Lançamento: 2015

Descrição:
O material “Baralho Pró-Fono: nomeação de pares mínimos opostos pelo traço de sonoridade” é composto por sessenta cartelas ilustradas no formato de 7cm x 11cm, divididas em seis conjuntos de dez cartelas. Cada conjunto refere-se a um par mínimo com oposição mínima (traço de sonoridade), abrangendo os seguintes pares:

1.     /p/ e /b/.

2.     /t/ e /d/.

3.     /k/ e /g/.

4.     /f/ e /v/.

5.     /s/ e /z/

6.     /∫/ e / Z/.

Para cada um desses pares mínimos, há cinco duplas de cartelas ilustradas: as cartelas indicadas com a letra A contêm uma frase que poderá ser lida pelo fonoaudiólogo para eliciar a resposta, e as cartelas indicadas com a letra B contêm as respostas.

Indicações de Utilização:
O “Baralho Pró-Fono: nomeação de pares mínimos opostos pelo traço de sonoridade” poderá ser utilizado em terapias com base fonológica para distúrbios de fala que apresentem como sintoma alterações do traço de sonoridade (ensurdecimento e/ou sonorização de plosivas e fricativas). Um dos principais exemplos de patologia que apresenta tal sintoma é o chamado transtorno fonológico, e é caracterizado pelo uso inadequado de sons na fala2. Também pode ser utilizado para terapias de distúrbios que apresentem tais alterações na leitura e na escrita. O material tem como objetivo auxiliar o fonoaudiólogo na reorganização do sistema de sons de seu paciente.

Sugestões de Uso:
O “Baralho Pró-Fono: nomeação de pares mínimos opostos pelo traço de sonoridade” poderá ser utilizado em atividades lúdico-terapêuticas, como por exemplo:

Atividade 1. Jogo da memória.: as cartelas são embaralhadas e dispostas sobre a mesa com as figuras voltadas para baixo. Paciente e fonoaudiólogo  alternam-se para virar duas cartelas a cada vez. Caso o participante vire uma dupla correta de cartelas (a frase e sua respectiva resposta), ele deve recolher consigo esse par e jogar novamente. Se forem cartelas diferentes, estas devem ser viradas para baixo de novo, e a vez deve ser passada ao outro participante. Ganha o jogo quem tiver descoberto mais pares, quando todos eles tiverem sido recolhidos.

Atividade 2. Desenhos ou mímicas: paciente e fonoaudiólogo tomam turnos para sortear uma cartela entre as indicadas com a letra A. O participante que sorteou a cartela lê silenciosamente o texto e desenha ou interpreta com mímicas a resposta correta. O outro participante deve procurar entre as cartelas indicadas com a letra B a correspondente ao desenho ou mímica. Pode ser estabelecido um critério de pontuação, caso haja interesse.

Atividade 3. Jogo de perguntas e respostas: o paciente sorteia uma cartela entre as marcadas com a letra A. O fonoaudiólogo lê o texto na cartela, e o paciente deve responder. Juntos, eles buscam o número correspondente nas cartelas indicadas com a letra B e verificam se a resposta está correta. Pode ser estabelecido um critério de pontuação, caso haja interesse.

Atividade 4. Jogo de perguntas e respostas ao contrário: o paciente sorteia uma cartela entre as indicadas com a letra B. O fonoaudiólogo lê a palavra na cartela, e o paciente deve encontrar a frase que mais se adequa entre as cartelas indicadas com a letra A. Pode ser estabelecido um critério de pontuação, caso haja interesse.

Atividade 5. Jogo do mico: o fonoaudiólogo embaralha as cartelas e escolhe aleatoriamente uma para ser retirada do jogo, colocando-a no centro da mesa, com a figura voltada para baixo. Então, distribui as cartelas restantes entre si mesmo e o paciente, e ambos verificam os pares possíveis de serem formados entre suas cartelas, colocando-os sobre a mesa, na sua frente. Assim que todos já tiverem abaixado os pares formados em suas mãos, um dos participantes pega uma cartela aleatoriamente dentre as ainda presentes no leque do outro participante. Se um par for formado, o participante abaixa esse par junto aos outros. O jogo segue dessa forma até que um dos participantes acabe com uma única cartela na mão. Essa cartela é chamada de mico, e o par dela é a cartela que está no centro da mesa. Assim que isso acontecer, são contadas as quantidades de pares de cada participante, e ganha o jogo quem tiver formado mais pares.

Precauções:
Todos os pacientes, antes de iniciarem o tratamento fonoaudiológico, devem realizar avaliações audiológicas para detectar possíveis alterações que possam interferir no desenvolvimento da fala e da linguagem. Durante o processo de intervenção, o fonoaudiólogo deve enfocar as alterações identificadas durante a avaliação, visando a generalização e a melhora da inteligibilidade de fala. Periodicamente, devem ser realizadas reavaliações para verificação da eficácia do tratamento. Caso não haja melhora, é possível que a intervenção não tenha abordado efetivamente os aspectos comprometidos ou que o modelo selecionado requeira um maior aprimoramento.

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